sábado, 23 de agosto de 2014



HOMILIA DO XXI DOMINGO DO TEMPO COMUM DO ANO A DIA 24/08/2014.


Primeira Leitura Isais 22, 19-23.
Salmo 137(138).
Segunda Leitura Romanos 11, 33-36.
Evangelho  Mateus 16, 13-20.


QUEM DIZ O POVO QUE EU SOU?




Pedro crê e testemunha "Tu és o Cristo de Deus", foi a resposta de Pedro a Jesus, quando este perguntou aos discípulos: "Quem dizeis que eu sou?" Este Evangelho narra que Jesus fez duas perguntas aos discípulos. A primeira: "Quem diz o povo que eu sou?" Eles relataram as várias opiniões que ouviam sobre Jesus. A segunda foi mais direta: "E vós, quem dizeis que eu sou?" Diante da resposta correta de Pedro, Jesus pediu a todos que não contassem a ninguém quem ele era, para que ele sofresse a sorte comum de todo ser humano que quer viver segundo o plano de Deus, no meio de um mundo corrompido. Jesus é o próprio Deus encarnado para nos salvar.




Através dele, todos nós recebemos a plenitude da vida. Mas para isso precisamos acolhê-lo com generosidade, pois ele é o nosso caminho, verdade e vida. Mais ainda, ser discípulo de Jesus inclui ser missionário como ele foi: "Como o Pai me enviou, também eu vos envio" (Jo 20,21). Ser discípulo de Jesus é caminhar com ele, seguindo os seus passos e enfrentando todas as realidades da vida humana do jeito que Jesus enfrentou.  Se cairmos, devemos nos levantar, sem perder a esperança, sem perder a compostura de cristão verdadeiro. Seguir a Jesus é estar sempre caminhando, como o povo hebreu no deserto. Se alguém arma a sua tenda, e não quer desarmá-la mais, pensando que já chegou à terra prometida, é sinal do contrário, isto é, que se afastou do caminho de Jesus. A esperança é como uma estrela, que está sempre na nossa frente, mas que nunca a atingimos aqui na terra, por isso sempre caminhamos. Faz parte da nossa missão, convidar outros para a nossa caminhada. "Vem, entra na roda com a gente. Também você é muito importante, vem!" Imagine que Jesus está perguntando para você, agora: "Quem sou eu?" Responda a ele relatando a sua vida, destacando aquelas partes que são assim por causa dele. O mundo está cheio de respostas teóricas sobre Jesus, mas deixando a vida de lado: Deus e Jesus querem uma resposta com a vida de nossa parte, como deram os mártires e os santos. Só podemos dizer que Jesus é o nosso




caminho, quando seguimos de fato, não o nosso caminho, mas o dele. Só podemos dizer que Jesus é a nossa verdade, quando acreditamos em tudo o que ele ensinou, inclusive naqueles pontos mais complexos, que a Santa Igreja traduz para nós. Só podemos dizer que Jesus é a nossa vida, quando a nossa vida for um xerox da vida dele. Certa vez, um homem estava carregando a sua cruz, mas ele há achava um pouco pesada. Ao passar por uma casa de sítio, viu o sitiante com um serrote, serrando uma madeira. Ele pediu o serrote emprestado e serrou um pedaço da cruz. Ao colocá-la novamente no ombro, gostou. Agora sim, pensou ele, dá para carregar mais fácil. Agradeceu o sitiante e foi embora. Lá na frente, havia um rio que ele devia atravessar. Os barrancos eram altos, e lá no fundo a correnteza era forte. Não havia por ali nenhuma pinguela ou madeira para ele usar. Ele tentou usar a sua cruz como pinguela, mas faltava exatamente aquela parte que ele cortou! E assim, o pobre homem ficou ali, enquanto todos os viandantes usavam a sua cruz como pinguela, e passavam. O surgimento de seitas tem como motivo principal, querer cortar um pedaço da cruz. Que nunca falsifiquemos o Evangelho de Jesus, pois ele é o nosso único caminho, verdade e vida. Maria Santíssima, desde a anunciação, sabia quem era Jesus, pois o anjo Gabriel lhe explicou. E a prima Isabel completou: "Como mereço que a mãe do meu Senhor venha me visitar?" (Lc 1,43).



Que ela nos ajude a conhecer cada vez melhor o seu Filho, e viver de acordo com esse conhecimento. "Tu és o Cristo de Deus", foi à resposta de Pedro a Jesus, quando este perguntou aos discípulos: "Quem dizeis que eu sou?" Diante da resposta correta de Pedro, Jesus pediu a todos que não contassem a ninguém quem ele era, para que ele sofresse a sorte comum de todo ser humano que quer viver segundo o plano de Deus, no meio de um mundo corrompido. Jesus é o próprio Deus encarnado para nos salvar. Através dele, todos nós recebemos a plenitude da vida. Mas para isso precisamos acolhê-lo com generosidade, pois ele é o nosso caminho, verdade e vida. Mais ainda, ser discípulo de Jesus inclui ser missionário como ele foi: "Como o Pai me enviou, também eu vos envio" (Jo 20,21). Ser discípulo de Jesus é caminhar com ele, seguindo os seus passos e enfrentando todas as realidades da vida humana do jeito que ele enfrentou. Se cairmos, devemos nos levantar, sem perder a esperança ou a compostura de cristão. Seguir a Jesus é estar sempre caminhando, como o povo hebreu no deserto. Se alguém arma a sua tenda, e não quer desarmá-la mais, pensando que já chegou à terra prometida, é sinal do contrário, isto é, que se afastou do caminho de Jesus. A esperança é como uma estrela, que está sempre na nossa frente, mas que nunca a atingimos aqui na terra, por isso sempre caminhamos.




Faz parte da nossa missão, convidar outros para a nossa caminhada. "Vem, entra na roda com a gente. Também você é muito importante, vem!" Imagine que Jesus está perguntando para você, agora: "Quem sou eu?" Responda a ele relatando a sua vida, destacando aquelas partes que são assim por causa dele. O mundo está cheio de respostas teóricas sobre Jesus, mas deixando a vida de lado: Deus Pai, e seu Filho Jesus, querem uma resposta com a vida, de nossa parte; como deram os mártires e os santos. Só podemos dizer que Jesus é o nosso caminho, quando seguimos de fato, não o nosso caminho, mas o dele. Só podemos dizer que Jesus é a nossa verdade, quando acreditamos em tudo o que ele ensinou, inclusive naqueles pontos mais complexos, que a Santa Igreja traduz para nós. Só podemos dizer que Jesus é a nossa vida, quando a nossa vida for um Xerox da vida dele.

Pe. Rosevaldo Bahls

Cascavel, 21/08/2014.

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